Wilson da Costa Bueno

Wilson da Costa Bueno - Colunista Portal Imprensa

Wilson da Costa Bueno é jornalista, professor da Umesp e diretor da Comtexto Comunicação e Pesquisa. Editor de oito sites temáticos de Comunicação/Jornalismo, especificamente nas áreas da Comunicação e do Jornalismo Especializado.

Tem alguns livros publicados, entre eles Comunicação Empresarial: Políticas e Estratégias (Editora Saraiva), Comunicação Empresarial: teoria e pesquisa (Editora Manole); Comunicação Empresarial no Brasil: uma leitura crítica (Mojoara Editorial) e Comunicação, Jornalismo e Meio Ambiente: teoria e pesquisa (Mojoara Editorial).

E-mail para contato direto: wilson@comtexto.com.br.



  • Opinião: É preciso cobrir mais criticamente os processos de fusão de empresas

    As organizações, assim como os seres humanos e também as estrelas, têm um ciclo de vida: nascem, crescem e um dia, por algum motivo, sucumbem, ainda que se deva admitir que umas poucas pareçam ter 7 fôlegos  e, mesmo com a nossa torcida, insiste

  • Opinião: Ciência, tecnologia e poder: o papel do Jornalismo Científico

    Os interesses e compromissos daqueles que patrocinam a ciência e a tecnologia no mundo moderno têm, cada vez mais, relação com as fontes especializadas que se propõem a repercutir grandes temas desta área na mídia,  nos periódicos e nos eventos científicos. E isso, de imediato, nos obriga a aumentar a vigilância em relação aos lobbies empresariais e políticos. 

  • Opinião: Marketing infantil: quando a ganância compromete a saúde

    O marketing infantil não se emenda: continua gorduroso, animado por palhaços sem graça alguma e com uma disposição enorme para lucrar fortunas à custa da saúde das nossas crianças.

  • Opinião: Quando a imagem vira suco

    As teorias sobre crise empresarial costumam respaldar-se em vários pressupostos. Um deles é de que a crise é democrática e não distingue empresas por seu porte, ou seja, todas estão sujeitas a ela, grandes, pequenas ou enormes. Mais ainda: quanto maior a empresa, maior tende a ser a sua crise. Um segundo pressuposto é que a crise em geral não explode de uma vez, mas se desenvolve gradativamente, o que significa que, em boa parte dos casos, é possível evitá-la, preveni-la e, no mínimo, reduzir o  seu impacto. Um terceiro pressuposto , muito caro aos comunicadores, é que um bom gerenciamento das crises atenua os efeitos que elas podem causar na reputação das empresas ou organizações.

  • Opinião: De que Comunicação Integrada estamos falando?

    A expressão “comunicação integrada” já ganhou as ruas faz tempo e hoje está incorporada definitivamente ao discurso acadêmico e profissional na área de comunicação, em particular na chamada Comunicação Empresarial. Mas será que podemos efetivamente f

  • Opinião: O autoritarismo na comunicação permanece apesar do discurso empresarial

    Paulo Freire,  certamente um de nossos maiores educadores, ressaltou, com propriedade ao longo de sua generosa e profícua trajetória, a ineficácia da chamada “educação bancária”, que despreza a inteligência , a participação e a valorização do ed

  • Opinião: Uma cultura de comunicação para a universidade brasileira

    É fato indiscutível que a universidade brasileira, com raríssimas exceções, não pratica uma cultura de comunicação, ou seja, ela, de maneira geral, não assume o exercício da comunicação como estratégico e, em consequência, não está capacitada para ac

  • Opinião: Os novos desafios da divulgação científica

    A divulgação cientifica, e o Jornalismo Cientifico em particular, têm pela frente novos desafios, especialmente tendo em vista a emergência de novos cenários, como a ação mais agressiva dos lobbies empresariais, a consolidação dos processos de comunicação nos ambientes virtuais e inclusive a conjugação de inúmeros fatores que condicionam a produção e a circulação de informações pela mídia.

  • Opinião: Comunicação e gestão de crises

    As teorias sobre crise empresarial costumam respaldar-se em vários pressupostos. Um deles é de que a crise é democrática e não distingue empresas por seu porte, ou seja, todas estão sujeitas a ela, grandes, pequenas ou enormes. Mais ainda: quanto maior a empresa, maior tende a ser a sua crise. Um segundo pressuposto é que a crise em geral não explode de uma vez, mas se desenvolve gradativamente, o que significa que, em boa parte dos casos, é possível evitá-la, preveni-la e, no mínimo, reduzir o  seu impacto. Um terceiro pressuposto , muito caro aos comunicadores, é que um bom gerenciamento das crises atenua os efeitos que elas podem causar na reputação das empresas ou organizações.

  • Opinião: O marketing da saúde deixa a mídia e as pessoas doentes

    Alguém já disse, com muita propriedade, que a imprensa brasileira é hipocondríaca. Certamente, não é difícil encontrar bons argumentos para justificar esta afirmativa.

  • Opinião: Colocando o jornal-laboratório de cabeça pra cima

    A legislação que rege os cursos de Jornalismo explicita que toda universidade/faculdade que oferece um curso de Jornalismo deve dispor de um veículo (comumente designado de jornal-laboratório) onde os futuros profissionais de imprensa possam, na prática, aplicar os conhecimentos adquiridos e experimentar novas propostas. 

  • Opinião: As Olimpíadas e o jogo sujo dos monopólios

    Quem está acostumado com os interesses mesquinhos que movem os monopólios, sejam eles em qualquer setor, pode imaginar o que deve estar sentindo a Globo neste momento com a perda da exclusividade para a Record na transmissão dos Jogos Olímpicos de Londres. Afinal de contas, ao longo do tempo, TV Big Brother tem feito valer o seu poder econômico e subjugado sem dó  os adversários, muitas vezes levando de roldão também o cidadão brasileiro que se submete, sem defesa, aos seus caprichos.

  • Opinião: Big Pharma, mídia e empurroterapia

    O cenário é aparentemente magnífico. Uma mesa farta, repleta de alimentos apetitosos mas transbordando de gordura, bebida à vontade e pessoas reunidas, com jeito de festa da família, sorridentes, despreocupadas.

  • Opinião: Inovação, soberania e imprensa vigilante

    O pesquisador brasileiro é competente, há centros de excelência em C & T em nosso País, temos grupos de pesquisa ativos e que se inserem magnificamente no cenário internacional, mas estamos ainda muito distantes do ideal.  Quais as razões qu

  • Opinião: A imagem dos bancos continua ruim. Merecidamente

    A imagem dos bancos, após a pressão do governo para a redução da taxa elevada (pornográfica) de juros, está definitivamente comprometida. Pouco tem adiantado o esforço das instituições financeiras e da Febraban para torná-la menos ruim porque na prát